quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

2015/2016


          
       Queridos leitores e seguidores, quando             comecei este blog, tinha como intuito, falar das dificuldades que enfrento, minhas lutas, minhas vitórias, para ajudar as pessoas a entenderem um pouco o universo do derramado, visto por este. Nem sempre atingi este objetivo, lendo outros blogs notei que a estrutura do blog permite alçar alguns voos afastando-se do tema central, assim ocorreu comigo, postei aqui histórias minhas de antes e depois do AVC, contos e muitas coisas mais que achava interessante de ler e de contar, expus um pouco da minha vida de médico, de músico que viu bruscamente suas paixões serem afastadas do seu dia a dia. Nunca quis fazer deste espaço um lugar de lamentações, apesar de às vezes ser difícil escapar desta armadilha. Muitas vezes fiquei surpreso, lisonjeado e incentivado pelo alcance e receptividade que tive com meus escritos, as manifestações de apreço e carinho são muitas e os comentários variados e obviamente favoráveis, alguns dos quais me tocaram bastante como aquela leitora que falou que minhas palavras tocaram sua alma, ora que mais eu poderia querer como escritor?
       Juntos enfrentamos problemas técnicos, a avaria do meu PC, e também da minha internet que cai a cada minuto, dificultando muito minha intenção de responder aos comentários individualmente como é minha vontade, assim como minha vontade de publicar o blog às quintas feiras, garanto a vocês que continuarei contando minhas coisas como fiz até agora, por exemplo, falarei muito da visita do filho americano que chega para o natal e as impressões da minha primeira viagem internacional como derramado em março/abril, para L.A. depois de 15h sentado!!! vou conhecer onde mora meu filho.
       Deixo a todos um feliz natal e um próspero ano novo principalmente com muita saúde e felicidade que é a vacina maior para os males. Agradeço muito a Deus que é quem nos guia e está presente na alma de todo aquele que o aceita e vou comemorar meu segundo aniversário de AVC e de vida nova pois minha missão não está concluída. Temos muito que escrever e ler (meu blog principalmente, rsrs)
       Agradeço muito minha família pelo incentivo, paciência e apoio logístico para que estes escritos fossem publicados na web semanalmente, principalmente à Stella, minha revisora que corrige meus deslizes na língua pátria.
       Contem comigo em 2016. Depois das festas tem mais blog, posso falhar com meu blog mas tentarei estar aqui, mesmo com esses eventos importantes, ou voltarei com tudo em 2016, que será o meu ano!!! Ano de mexer o braço e andar por aí sozinho!!!
       Até o Natal! Bons preparativos, capricho na ceia, nos vinhos e nos presentes. Mas bons sentimentos, amizade, generosidade, amorosidade e união são prioridades.
       Valeu gente!


IDÉIA PARA OUTRO BLOG
        Eu sempre tive implicancia e pé atrás contra os grandes professores que se colocam num pedestal inatingível e dali falam para a plebe ignara! Alguns colegas também assumem esse papel ridículo e se acham professores de deus, digo isto porque nos guide lines de fisioterapia reza que nas lesões cerebrais, o que o paciente pode ganhar de movimento é no primeiro ano após o evento, ora estou indo para meu segundo ano e minha fisio que não acredita nisto está insistindo nos movimentos do meu braço e lentamente com muito trabalho, vou ganhando mobilidade aqui e ali, desdizendo com trabalho insistente o conceito apontado acima. Acho que não querem é ficar ao lado do derramado treinando cada movimento: - agora mão pra fora depois mão pra dentro um por um precisa ter determinação ou ler o guide line e dizer como sabemos que falam daqui pra frente só quando deus quiser

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Na Balada

       No último sábado 5/12 voltei pra balada, no festival de blues de Maringá. Fui ver o ótimo cantor e guitarrista Mr. Sipp no Club Polo. Foi uma balada pois o show começou às 2:00h da madrugada, e voltei umas 3h. Fui muito bem recebido no camarote do meu amigo Dr. Sabóia, onde encontrei um pouco mais de conforto.
       No evento encontrei muitos fãs do blues e do rock e os que muitas vezes tocaram comigo. Meus amigos Paulo Machado nos baixos, Eulas na bateria e Isaac na guitarra e vocais, além do excelente gaitista Caborja abriram os trabalhos com brilho equivalente a atração principal Mr Sipp, muito bom cantor e excelente guitarrista, com ótima presença no palco e interação com o público. Doeu o coração não poder estar lá no palco com eles. Em 2013, toquei no festival de blues de Umuarama do meu amigo Ivanildo da Uvel, o Isaac Abeche nos acompanhou na viagem e eu o chamei para o palco a fim de tocar um pouco comigo naquele festival, pois não há um músico que não fique com vontade de tocar nestes eventos, o palco tem mel e aqueles que sobem e se apresentam ficam dependentes, assim é comigo e com aqueles que tiveram essa oportunidade, subir num palco e angariar a atenção dos presentes é mágico, sinto muita falta desta que dentro do caleidoscópio das minhas atividades é preferencial. Colocaria o meu trabalho em pé de igualdade com minha paixão musical e sofro muito sem os dois. Com o Isaac não foi diferente em Umuarama.
       Agora devo ficar atento para as atrações em Maringá e sempre estar presente, o deslocamento, a poltrona, nem sempre são adequadas mas dá-se um jeito e o prazer de participar, mesmo como espectador, deve compensar o resto e, assim, passar de protagonista a plateia sem sofrer é minha meta. Saibam que isso é a minha realidade agora, ser platéia.
       O Clube Polo não é preparado para pessoas com necessidades especiais, afinal, quem vai lá vai pra dançar e pular, então subir as escadas, que não é tarefa fácil, (não tem elevador) para os camarotes e depois descer de volta foi trabalhoso, mas consegui fazer. É bem mais difícil descer as escadas depois de um belo copo de chopp, mas contei com a atenciosa ajuda do Guga, mas escada e bebida não é uma associação boa pra mim neste momento. Pretendia descer até os bastidores para abraçar meus amigos e tirar umas selfies, mas como estou muito fraco para bebida qualquer coisa já fico embriagado. Uma taça de vinho, um copo de chopp, e já deu: isto somado à minha tontura constante é um perigo real. Então porque bebe??? porque é bom... música e uma bebidinha, um papinho, combinam bem até para um derramado como eu, sempre gostei destes eventos, encontrar os amigos, conversar, distrair a cabeça, ver gente nova mas sempre estava com a guitarra nas mãos.
       Agora de bengala nas mãos vou acertando meu caminho...e com certeza voltarei a tocar e cantar.
       Valeu gente, semana que vem tem mais...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

medicina e afins



     


       Estudei o científico com ênfase em medicina, fomos o primeiro ano desta modalidade de ensino, éramos 12 alunos que  tinham uma carga suplementar de física, química e biologia, matérias exigidas no vestibular para medicina. Então, as ciências positivistas sempre foram minhas companheiras e na faculdade continuou assim mas eu por tendência inata sempre fui atraído pelas terapeuticas alternativas, nossa turma teve um professor no terceiro ano que era homeopata, então as discussões eram acaloradas, sintomaticamente a minha turma produziu cinco homeopatas de projeção nacional.
           A maioria dos médicos torce o nariz para a medicina alternativa e esses conceitos de energia, reiki e afins, eu sempre fui atraído por esses tratamentos e acabei fazendo uma especialização em homeopatia que ainda não exerço por vários motivos, mas a formação e o pensamento homeopático estão aqui comigo. Sempre procurei em toda minha vida médica não perder de vista esses conceito se quando ia examinar alguém sabia que naquele momento ocorria uma óbvia troca de energia e me preparava sempre para isso com pensamentos positivos de cura e de amor, hoje quando encontro minhas antigas pacientes vejo que isso fez muita diferença.
      Posso dizer então que nos últimos dois dias, minha energia está só numa fase, baixa mesmo, como todo mundo tem. Não sei como ligar a outra fase. Ontem quase não consegui andar com a Jeronima minha personal, tão cansado e pra baixo que estava. Consegui cumprir algumas tarefas com esforço redobrado. As vezes é mais fácil direcionar a energia boa ao outro, quando somos nós a precisar tudo fica mais difícil, mais nebuloso. Preciso aprender a trabalhar a minha própria energia. Ontem teria sido um bom dia para isso, amanhã será um dia melhor! Falta muito pouco para eu me libertar, o bom seria aparecer a fada madrinha para me energizar, o ruim é que a fada “é o outro lado da bruxa”, se ela me engana, vem a bruxa e eu me dano! Preferível esperar. O tempo das coisas é muito lento...mas anda.
              Já escrevi aqui que pedia a Deus que me tirasse as dores da perna pra eu poder dormir então tenho o prazer de lhes falar que me foi concedida esta graça, assumo uma posição com auxílio de travesseiros que me proporciona a noite inteira sem dores, agora só preciso  aprender uma maneira de sentar que ainda me incomoda muito mas lentamente vou chegando lá.
            

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Celsão e a música



    


      Estou com saudades de tocar. O palco. A expectativa da entrada. A escolha do repertório. O público. A reação. Gostam, não gostam. Dançam, cantam?
        Estava pensando no violão e resolvi contar essa história, já disse que nunca me considerei violonista, pois nunca investi em técnica, pois achava que o ouvido e o swing eram suficientes, hoje vejo que estava errado, me falta técnica, e teoria musical teria me ajudado muito, até que tentei mas não tive paciência para continuar e o que eu sou mesmo é um grande animador de roda de música, nisso sou único, conheço muita música, se alguém sai cantando e não conheço, o que é difícil, vou no ouvido e a coisa acaba saindo. Quando tocava nos barzinhos gostava de adivinhar o gosto das pessoas e tocar musicas para elas pelo estilo, roupas, atitudes tocava esta ou aquela e normalmente acertava, tinha também algumas paradas de sucesso que mexiam com a assistência, meu sonho era tocar e o povo sair dançando..já consegui isso no começo da carreira no Saloon com o Receita de Samba, apesar se ser do samba eu cantava uns boleros que enchiam a pista além do meu hit “O peixe” do Juan Luis Guerra, que também era matador.
          É um prazer tocar para pista cheia que reage ao seu swing e sua interpretação quando entrei na faculdade de medicina, fui chamado primeiro na PUC de Sorocaba, fiquei duas semanas lá até ser chamado na Santa Casa. O trote lá na PUC era tenebroso então quando entrei havia a comissão antitrote, fiquei uns dias na casa de um amigo do ginásio que era dessa comissão e o que eles faziam era trocar de calouro, cada república trocava com outra para haver integração. A que eu fiquei era num prédio com várias numa das repúblicas e tinha um violão, eu comecei a tocar e em pouco tempo apareceu um monte de gente cantando e eu no meio de todo, o calouro comandando a roda, dali há pouco veio zelador e síndico e mandaram parar o barulho, fomos todo pra quadra de esportes ao lado do hospital, todos se sentaram no chão em roda e o calouro no centro comandando, eu tocava todos os sucessos do rádio e foi aquele coral! estávamos ao lado do hospital e em pouco tempo apareceu a polícia mandando parar o barulho. Dali pra frente eu era um calouro com moral, o que tocava violão. Acabou aquele negócio de medir a quadra com palito e gritaria no me ouvido. Eu só era raptado para ir tocar nas repúblicas, mas com direito a almoço e sem agressividade lembro que tinha um violonista clássico que não conseguia tocar samba, então ele me pegava e pedia pra tocar samba e ficava olhando minhas mãos, batida de samba não se escreve pois os tempos são meio aleatórios e o samba não se aprende na escola, já disseram.. e ficávamos ali tocando ele ficava ansioso, pegava o violão e fazia uma escala belíssima e com uma sonoridade perfeita, me devolvia o instrumento e dizia toca mais um pouco e ali ficávamos alternando nossos estilos eu fascinado com sua técnica e ele com meu swing inato.   
           A música me abriu muitas portas, sou grato a ela, me fez conhecer muita gente e muitos lugares.     Realmente é muito chato ficar sem tocar meus instrumentos, muitas vezes ponho o violão contra o peito e fico ali quieto sem tirar som só abraçado ao meu amigão. Devo voltar a me relacionar com ele no futuro, espero... porque não?  BB King e outros foram até bem mais que 80 anos posso muito bem chegar lá . Também estou bem de saúde e de espírito. Deus há de me ajudar e eu também farei o possível: me afastar das drogas, isto é continuar sem tocar músicas sertanejas e axé, rsrsrsrsrsrsrsrs, ter pensamento e atitude positiva o que é bem difícil mas possível, viver com amor no coração, ser bom, viver para o bem. Engraçado são coisas que eu sempre fiz, por toda a vida nunca entenderei o porque deste AVC, sem fumar sem ter pressão alta, o tenis e a música para tirar o stresse...
           No tempo do AVC estava bem feliz com minha vida então às vezes me parece que estes eventos são inexoráveis, podem ser adiados não evitados....as vezes fico preocupado mas tenho muitos desafios: voltar tocar violão,  conhecer o mundo, ver este país ser o que pode! o tricolor tricampeão mundial! (este o mais difícil) e juntar a família toda nos almoços de domingo comigo de mestre cuca, com os netos puxando minha calça e correndo pela casa.
         Ouvir música me dá um enorme prazer, mas poder tocar é mágico.  
            

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Então...



        

                  Pois é gente e o meu AVC já vai completar 2 anos de acidente. Muita coisa já deixei prá trás mas ainda tenho um longo caminho pela frente, houve um bom progresso que me faculta andar sozinho e sem bengala, neste particular o que me empata é o medo de cair, que nestes dias está muito acentuado e paralisante, eu mesmo sei o discurso - tem que confiar, - quem não arrisca não petisca.. mas não me convence a sair andando sozinho, me atrapalha pois poderia fazer muito mais coisas que faço hoje, mas faço minha parte, meus treinos, minhas caminhadas mas não me sinto capaz de sair pela rua sem bengala e sem companhia! posso ir ao clube mas me vejo paralisado, sem coragem. Triste constatar isso mas é verdade, sou eu, me perdoem a fraqueza. Vou com luta e trabalho superar isso e sair por aí a caminhar e ver o mundo passar, quem sabe esperar a lama de Mariana baixar, o terror sumir e a vida entrar nos eixos. Não fazemos parte daquela bacia então seremos poupados, mas a mancha está aí, a lama que afoga o rio, que aterra o mar. É lama de mineradora, contaminada com metais pesados usados em processos de purificação de metais, muito tóxicos à vida.  Que coisa, que incompetência! Com os atentados em Paris a mídia esqueceu um pouco essa tragédia tão grave. Mas o Brasil é assim. Nós somos assim, de ficar assistindo sem mostrar nossa indignação.  Achamos que antes de tudo precisamos tratar do nosso dia a dia. Vender o almoço pra comprar o jantar. Otimismo? Apatia? Ignorancia?
           Veja o que o ministro da justiça disse: - “O Brasil tem condições de sediar uma olimpíada segura e organizada" (chamada na UOL : especialistas apontam falhas na segurança rio/2016! é mole?), nem teve a humildade de falar que depois dos últimos acontecimentos na França estaria revendo e melhorando a organização dos nossos jogos, segurança dos atletas e turistas. A tragédia olímpica já aconteceu nos gabinetes e concorrências, e está camuflada e escondida do grande público. Depois a brasileirada torce contra, vaia a presidente na abertura e todos ficam ofendidos. Ué?? Por quê? Só pelos 0,20 centavos? Ou pelas filas do SUS, pelos buracos das estradas, pelos mortos em assaltos e pela lamas. Lama do petrolão, domensalão e do nosso rio que era Doce. E o povo assiste pacífico!
  As vezes melhor outras pior, eu e o mundo!
    

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Vem chegando o natal






                  Então gente está chegando o natal e a perspectiva de juntar a família outra vez, com a vinda do Fernando para as festas de fim de ano e meu segundo aniversário do ano, o dia do AVC quando nasci de novo 27/12. Agora comemoro 2 nascimentos, o do meu nascimento 22/08 e o proporcionado, como tudo em minha vida pelo meu pai celeste, pelo caprichoso AVC, que me permitiu viver com qualidade apesar de parecer bem feio nos primeiros dias e exames. Nenhum médico prognosticava nada, aquele papo de vamos esperar sair do coma para ver a extensão, isto dito pra Stella e meus filhos, imaginem o clima! hoje até uma das  minhas terapeutas disse - povo exagerado, dizem que ele passou muito mal está tão bem! - mas lembro aos leitores que eu não sustentava a cabeça nem o tórax, quando sentado caia para o lado,para tomar banho era amarrado na cadeira. Hoje tudo mudou, depois de muita luta e perseverança com meu exército de apoio com o generalato da família e de dona Stella.
                  Tenho convite do irmão e dos primos para as festas na praia, litoral norte de SP, a idéia é tentadora pois a festa será boa com a reunião da barretada com certeza mas a estrada não entusiasma , ficar 8 ou 10h sentado me quebra a bunda, inviabiliza total. Para andar mais 180km até Ubatuba/Maresias, onde a parentada fica, a estrada é praticamente parada nem dá pra sair de casa. Tô fora! não anda, tudo cheio e difícil. Estou programando descer mas iremos fora de temporada e de grandes feriados, sou aposentado, posso ir em qualquer época sem muvuca e confusão.
                     Dona Stella voltou feliz de Los Angeles e cheia de novidades, o filhinho está bem! gostou muito e aprendeu sobre Los Angeles, cidade bem particular e com o por do sol mais lindo de todos já vistos, o momento mágico da cidade, todos param para ver, até os taxistas. Tomou susto na universal estúdios como boa turista e adorou! Só faltou deixar suas pegadas na calçada da fama.
                    Estava muito bem cuidado pelos filhos Guilherme e Guga que estavam sempre presentes dando carinho, atenção e mimo mas estava com saudades dela a casa vazia e a cama grande. A vida já voltou ao normal hoje muito o que fazer. A novidade é que logo vou ter aulas de pintura... com minha paciente Adriana Yunes, mãe do Paulo José, guitarrista de mão cheia. Disseram que artes é bom para o hemisfério esquerdo, então, vamos lá! Se disserem que na lua recupera mais rápido a família dá um jeito de me enviar. Esse povo me dá muita força e exige também isso me põe adiante enfim, as vezes cansa, aí mando a Stella viajar e depois ela volta e toda a disposição tambem! Ano que vem vou junto então melhor!! Preciso estar bom,nem eu quero ir se não estiver bem.  12h em poltrona de avião é torturante mas tenho que encarar, andar um monte na conexão em São Paulo, Atlanta ou outro aeroporto, escadas rolantes, filas,isso tudo é dificuldade para mim então tenho que estar mais espertinho para ir. Dona Stella não dá conta  de duas malas grandes! Uma tem que ter pezinhos que andem bem!
         Então é isso gente, assim que tiver algum desenho, ponho “a fotinha” aqui.  Beijos a todos.