terça-feira, 26 de janeiro de 2016

diesel



          


              Conto-lhes história verídica ocorrida comigo 2 meses antes do meu AVC, fui convidado pelo meu amigo Ivonildo da Uvel de Umuarama para participar do festival de blues administrado por ele em setembro de 2013, lá fui eu com o carro cheio de instrumentos, aparelhos e gente. Muito bem organizado tínhamos hotel onde tomamos antes do evento. Feito isso fomos para o local, uma tuia restaurada e linda, com um belo palco coberto do lado de fora, numa fazenda bem próxima da cidade. A festança já estava correndo e rapidamente montamos nosso equipamento para tocar, outro músico nos havia precedido e o som era bom começamos nosso set com ótima receptividade dos presentes e demos uma parada para outro músico se apresentar fomos para dentro da tuia onde estavam deliciosos aperitivos e finger foods que comemos com vontade .
                  Ainda voltamos a tocar mais uma vez e fomos dormir, eu e a Stella no hotel, acordamos refeitos e dispostos a encarar a estrada até Maringá. Logo que saímos do hotel paramos para abastecer e a ordem foi: Completa! o frentista já resmungando da vida ficou lá meio atrás da gente até que gritou: - Nossa!!!! Pus diesel ao invés de gasolina! Saí do carro e fui ver a besteira, que maçada, pensei e simplisticamente disse, é só entrar por baixo soltar a mangueirinha do tanque e esgotar o diesel, mas afortunadamente ninguém sabia qual era o tal caninho. Altas confabulações entre os funcionários! Chamaram até um “especialista” e ninguém conseguia resolver. Eu cansado, louco pra chegar em casa resolvi ligar para o seguro e o homem logo falou não faça nada!, leve o carro pra concessionária porque o diesel estraga tudo. Precisa levar, ver quais os sensores avariados e trocá-los. O frentista insistindo em tirar o diesel pra diminuir o prejuízo dele, amaldiçoando o dia ruim.. Espera solução, espera caminhão, espera táxi...
           Voltamos de táxi. Detalhe: tínhamos dado uma passadinha no Paraguai.., tira tralha, separa tralha,  arruma tralha no táxi. Uma função!   O carro veio no dia seguinte em cima de um caminhão e ficou 4 dias na Lovat para avaliação e substituição de peças aqui em Mgá. Em Umuarama havia conversado bem com o gerente e não com o dono do posto que obviamente iria pagar aquela besteira. O pessoal da Lovat foi muito solícito entrando em contato com o dono que autorizou o serviço. Depois de alguns dias peguei meu carro e claro ele andava normalmente.
        Fica aqui um aviso se acontecer com algum de vocês este é o procedimento correto, não tentem facilitar que estraga o carro de uma vez.
       Aquele festival ficou marcado para sempre em minha memória, tocamos bem os outros músicos eram de padrão internacional e a recepção ótima. Esse incidente com o carro não tirou em cada a grandeza do evento nem a diversão do passeio. Infelizmente não pude voltar lá no ano seguinte pois ainda não  podia tocar, mas espero em outras edições do festival estar presente, recuperado para cantar e tocar, como gosto. 

2 comentários:

  1. Dr Celso Barreto lembra de mim trabalhei mtos anos no Hosp Sta Rita , eu nao estava no Brasil assim que regressei fiquei sabendo , que tinhas sofrido um AVC fiquei mto triste , mas no mesmo momento senti aliviada pois estou a ver com vida graças a Deus o Sr esta entre nós , desejo lhes mta saude bjusssss

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    1. Obrigado pela sua atenção e carinho, Lidia. estou bem e em recuperação. continue lendo meu blog. Bjs

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